O AUTOR
ÉZIO LUIZ PEREIRA
Membro da Igreja Cristã Maranata desde janeiro de 1975
Juiz de Direito em Cachoeiro de Itapemirim – ES
Mestre em Direito das Relações Privadas pela FDC – RJ
Mestre em Teologia (ênfase em Bibliologia) pelo SBTe – MG
Profº de Direito Civil da Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim – ES
Psicanalista em formação pela Escola Superior de Psicanálise e Orientação - ES
Membro da Academia Brasileira de Mestres e Educadores
Membro da Academia Cachoeirense de Letras
Pesquisador, Palestrante, Articulista e Escritor
Autor de quatorze obras literárias publicadas
PREFÁCIO
Sou dos que acreditam que o Prefácio de um Livro deve ser um holofote da obra apresentada. É importante que seja lido. Sendo assim, as linhas que o desenham devem ser curtas de modo a despertarem no leitor a apetência da sua leitura. Todo o seu enfoque deve ser categórico quanto ao seu conteúdo. Tratando-se das Escrituras, as suas verdades não podem ser diminuídas pelo tempo.
Prefaciar “Diálogos com Jesus – Dez Encontros Inesquecíveis”, do Dr. Ézio Luiz Pereira, sobrepuja a honra, pois todos os seus capítulos incluem gemas que são um deleite para cristãos biblicamente convictos, tantos os eruditos quanto os leigos. É, pois, um privilégio escrever esta introdução.
A obra, agora apresentada, é uma clara e inequívoca demonstração de que a Bíblia é a maravilhosa revelação divina da verdade, estabelecida em contextos proféticos inteiramente confiáveis.
A habilidade do escritor, apesar de toda a sua incontestada formação acadêmica, não são manifestações de um baú cultural, expressam, isso sim, uma genuína familiaridade com o Agente Eterno que transporta o homem para além da letra. Vislumbra-se em todas as suas páginas, que o Dr. Ézio foi um palco onde o Espírito Santo atuou de uma forma especial.
À medida que lemos “Diálogos com Jesus – Dez Encontros Inesquecíveis” os nossos sentidos são contagiados por um panorama que não é o imaginário. Refiro-me ao passado, presente e futuro do homem.
Depois de o termos lido, o passado não é mais uma amarga lembrança, mas a captação de uma vista melhor, o presente deixa de ser o gemido da circunstância, mas ganha uma nova perspectiva e o futuro não se veste de incertezas, mas assume contornos de uma luz mais intensa, temperada pela certeza de que Jesus está vivo e vai voltar.
Como esse encontro opera uma mudança na nossa vida, como essa voz Criadora imprime na vida do homem uma nova ordem de valores.
Tenho o prazer de recomendar este livro, porque conhecemos e cremos num Deus que intervém no curso da história do homem. Estou certo de que a análise de todos os que o lerem será o chegarmos mais perto da realidade daquele que era que é e que há de vir.
ANTÔNIO GUERRA NORTE
Pastor da Igreja Cristã Maranata
Jornalista Cultural
SOBRE A OBRA
"...O diálogo tem por base a linguagem na qual cada palavra (significante) corresponde a idéias ou conceitos, contendo vários sentidos (significados) e, porque as palavras possuem vários significados (polissemia) dependendo do contexto em que se encontram, quase nada significam isoladamente, sendo correto afirmar que o valor (leia-se: sentido) da palavra encontra suporte definido dependendo do contexto do diálogo, isto é, dentro desse “ambiente lingüístico”. Contudo, os diálogos aqui delineados não são comuns porque envolve duas naturezas diferentes de interlocutores: Criador e criatura.
Deveras, a par do complexo sistema de comunicação, no diálogo não há apenas uma troca de frases e palavras; nele se vê troca de emoções e essa carga potencialmente emotiva altera o que se passa nos porões do coração humano que se abre para aquilo que está sendo dito, sobretudo – como se verá adiante – quando quem diz é o Senhor Jesus, no cenário do drama humano. Então, algo é transformado interiormente (renascimento). Há uma verdadeira reconstrução na essência humana. Inseridos nos diálogos escolhidos pelo Autor, estão estudos bíblicos. É com esse intuito que esta obra literária evangélica quer chegar.
Com efeito, as falas do Senhor Jesus encontradas no texto neotestamentário e aqui elencadas, em memoráveis diálogos com alguém, eram pontilhadas por figuras – “um recurso de estilo que permite expressar-se de modo simultaneamente livre e codificado” – muitas das quais salpicadas de sentido metafórico. E quem as compreende, mergulha numa incrível dimensão espiritual não compreensível pela lógica racional, mas tão só pela revelação, razão pela qual ajusta-se à exortação bíblica: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Ap. 2:29). Isso faz lembrar o propósito divino muito bem delineado pela Professora Sara Dodd, em sua obra literária, quando falava da Bíblia: “A maravilha é que são 66 livros em umsó livro, cujopropósito de Deus, o Criador de todas as coisas, é se revelar ao homem”. (sublinhei)."
O AUTOR.
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